quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Amores! Muita coisa aconteceu! Vou contar em tópicos porque eu acho que está funcionando assim. Qualquer coisa vocês podem pedir e eu mudo, ok? 1) Terremoto. Não vou dar detalhes devido ao sigilo profissional. hehehe. Só posso dizer que eu nunca na minha vida achei que ia passar um terremoto sozinha com duas crianças pequenas. A mulher tem mestrado mas toma um baile na hora de explicar que não foi um trem grande que passou, mas um grande tremor de terra. "Mas quem fez isso? Quem tremeu a terra?"... rs. Meu marido passou aperto porque é a pessoa designada pela brigada de incêndio a checar se todos saíram do escritório em caso de emergência. Poxa pessoal, vocês estão de brincadeira? Meu marido tem que ser o primeiro a sair, não o último! Enfim, o balanço foi grande, mas não o suficiente para derrubar o quadro da carta magna corinthiana que tem aqui em casa... Concluí que não sou a melhor referência para conversar sobre desastres naturais, eu não fico com medo. Quando teve aquele tremorzinho em São Paulo, há um tempo atrás, achei que era coisa da minha cabeça, apenas um efeito colateral de um remédio novo que tinha acabado de tomar. Pode? Bom, vamos ao segundo desastre natural 2) Furacão. Irene. Minha gente, isso é nome? Nem assusta! Deveria seria Lucrécia ou Gertrudes, aí eu ia começar a pensar em sentir medo. Ou então nome duplo, tipo Maria Joaquina ou Kátia Mariana. Eu gosto do nome Irene, parece uma pessoa calma e agradável. Enfim, eu fui no supermercado antes só para garantir, né? Minha família tem uma tradição incrível de armazenar coisas para uma possível futura tragédia improvável! Sei lá se isso é herança dos tempos da guerra ou de grana muito curta mesmo. Você encontra nos armários: roupa de batizado, papel de presente usado, máquina de fazer macarrão, quilos de alimentos não perecível e por aí vai. E isso é dos dois lados da árvore genealógica, então é forte! No supermercado, comecei tímida, pegando somente os enlatados e uns refrigerantes. Tirando sarro dos gringos que compravam batata frita de pacote. No final, meu carrinho estava lotado! Várias coisas de comer, velas, papel higiênico e duas garrafas de vinho também; ideia minha que foi mais reforçada por mensagem de texto do marido: "Compra vinho, hein!". Ficamos aqui em casa, quietinhos. Choveu muuuuito, vento forte e durante muito tempo. Depois acabou. Dava para ver as nuvens pretas passando rápido no céu. Sabe aquelas imagens de nuvens da previsão do tempo com satélite? Aquelas manchas brancas de frente fria que eles mostram e pra gente não significa nada? Lembrava aquilo, só que em grande escala. Marido e eu estávamos esperando mais da Irene... 3) Viagem ao México. Ai, vou falar rápido porque este post está muito grande! O casamento em Mérida foi ótimo, os hotéis maravilhosos e os passeios também. Foi uma cerimônia judaica e uma festa mexicana. Lindo! O marido (o meu, não o da noiva) curtiu a tequila mexicana, hehehehe, e, já no passeio pela cidade, sofreu com os vendedores, mesmo destruindo no espanhol, nada supera a cara de gringo. Os mexicanos vendem camisas guayaberas, sopa de limão, chapéus feitos com uma palha de lá (segundo a moça, por meninos órfãos de mãos delicadas e dentro de uma caverna, ah tá!), artesanato, prata e música maya! Fomos para Playa del Carmen, Cozumel e Cancun. Amei tudo! (tudo, tudo, tudo, papai noel!) Andei de tirolesa, vi estalactites, comi muuuito guacamole, dancei com um golfinho, nadei no mar vendo as ruínas. A cor da água é impressionante! A praia é a mais bonita que já vi (pronto, falei!) O problema é voltar... Viajamos no 11 de setembro mesmo, foi tranquilo. Continuo com os projetos e o babysit, quero arrumar tempo para fazer exercício. Buzzz.